Nesta terceira edição, que decorre de 24 a 27 de setembro no Parque de Serralves, no Porto, estarão presentes cerca de 7 artistas com propostas que vão desde percursos sonoros pela copa das árvores e instalações interactivas a partir de conceitos científicos complexos, até à interação com materiais. A programação é para todas as idades, sem excluir nenhuma voz.
Workshops de arte, criação de uma fanzine coletiva, conversas improváveis entre humoristas e cientistas, um miniciclo de curtas climáticas, instalações que cruzam arte e percepção do comum, espaços imersivos de reflexão ao impacto climático ou uma interação pós-natural entre os elementos e a reflexão ao ser humano, interação com um representante da ONU são outras abordagens que estarão em destaque ao longo destes quatro dias.
À semelhança do que aconteceu na primeira e segunda edição, os dias de BOIL serão dias de experimentação e de frenesim: criaremos um “organismo cultural vivo”, como escreve a curadora Patrícia Craveiro Lopes, num contexto onde a biodiversidade é mais do que palavra. A fauna e a flora do Parque de Serralves far-se-ão ouvir durante todo o festival e é por isso que cada gesto do BOIL é, simultaneamente, revolucionário e de impacto mínimo, para respeitar o meio que o acolhe.









